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domingo, dezembro 12, 2010

WikiLeaks, 'sim' e sem 'mas' ...

1. Como cidadão, quero ter toda a informação pos-sível. Como jornalista, acredito que não devo esconder qualquer informação. Aceito que haja pessoas, não jornalistas, que gostem da primeira parte e defendam a selectividade na segunda, de acordo com os seus muito veneráveis interesses económicos, políticos e até partidários. É, no entanto, um desconforto reconhecer que continuam a existir jornalistas que se acham no direito de decidir quando, porquê, em que conjuntura, uma determinada informação é boa ou não interessa. "Porque é da fonte x", "porque interessa à pessoa, ou instituição, y". E eles, arautos da verdade, que a existir lhes teria sido outorgada por direito divino, registam umas e escondem outras de acordo com preconceitos, medos ou dependências - ou até na superior função de regularem o funcionamento do mundo. "Pois se do outro lado não se sabe nada..."
O caso das chamadas escutas a Belém, a nível doméstico, foi bem elucidativo a esse respeito. A nível global, os documentos da WikiLeaks estão a produzir a discussão que se sabe.
Eu sou, inequívoca e militantemente, pelo conhecimento e pela liberdade de informação. Até pelo dever da informação aplicado à actividade jornalística. Daí que, não achando pessoalmente relevantes alguns dos documentos divulgados pela WikiLeaks, entendo que até esses cumprem a sua função de explicar, a quem não as conhece, todas as dimensões da diplomacia, polí-tica e económica, mesmo na vertente mais mundana. Mas, no essencial, aprecio e apoio o fenómeno WikiLeaks e vejo com muita preocupação a forma como o poder económico é capaz de se agrupar globalmente na caça às bruxas dominando empresas cujo poder e saúde económica deveriam transmitir mais independência.

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NO DN de hoje 

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Eu também sou a favor do  WikiLeaks "sim" sem "mas" . Nunca gostei muito dos "confidenciais " e dos "restritos" e só espero que saia informação portuguesa cá para fora , nomeadamente do caso "Camarate" ,dos maiores casos de corrupção e do Casa Pia , para podermos ter outra informação que nos foi completamente escamoteada.