A interactividade da Colheita63 em movimento contínuo para todo o Mundo e especialmente para Lisboa , Tomar , Monte Estoril , Linda-a-Velha , Setúbal , Coimbra , Porto , VNGaia , Braga , VNFamalicão , Santo Tirso , Afife , Vila Real , Vinhais , Bragança , Castelo Branco , Seia , Vendas Novas , Varsenare e Aveiro

segunda-feira, abril 12, 2010

SALVÉ 12 DE ABRIL ...

 
       Hoje, Abril de mil cantigas
       Estandarte de tantas gentes
       Ledo, lindo e ladino
       De Primavera distante
       Emerge à vida um menino
       Risonho, polido, cativante.
 
É dia de parabéns que será repetido por mais 40 anos activos e bem dispostos, para ti, os teus entes queridos e nós que, nestas coisas, sou muito invejosa.
 
Um grande abraço.
Fernanda Beatriz

Aos meus amigos , neste dia ... Um dia

UM DIA...
( Fernando Pessoa )

Um dia a maioria de nós irá separar-se.
Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora,
das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos,
dos tantos risos e momentos que partilhamos. 
Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das
vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim...
do companheirismo vivido.

Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.
Hoje não tenho mais tanta certeza disso. 

Em breve cada um vai para seu lado, seja
pelo destino ou por algum 
desentendimento, segue a sua vida. 
Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nas cartas
que trocaremos. 

Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
Aí, os dias vão passar, meses... anos... até este contacto
se tornar cada vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo... 

Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e
perguntarão:
"Quem são aquelas pessoas?" 

Diremos... que eram nossos amigos e... isso vai doer tanto!
-"Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons
anos da minha vida!" 

A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...

Quando o nosso grupo estiver incompleto...
reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo.

E, entre lágrima abraçar-nos-emos.
Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes
daquele dia em diante. 
Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a
sua vida isolada do passado.
 

E perder-nos-emos no tempo...
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não
deixes que a vida 

passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa 
de  grandes tempestades...

Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem
morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem 
todos os meus amigos!" 

domingo, abril 11, 2010

Os mamões e compª ...

Porque hoje é domingo!

Exílio

Quando a pátria que temos não a temos
Perdida por silêncio e por renúncia
Até a voz do mar se torna exílio
E a luz que nos rodeia é como grades

Sophia de Mello Breyner Andresen

PP!


Paulo Portas:
  • Submarinos
  • Sobreiros
  • Universidade Moderna
Está bonito o panorama para o "defensor da moral pública"...

O "polvo" é muito grande!


Agora digam que a culpa é do Zé Socas!

IGUAL ...

Igual…sempre igual…doentiamente igual…
Fanaticamente banal.

Tristemente …pobre, vazio, circular…este rodar tal e qual o pular dos inocentes algarismos num mostrador do tempo…que agora já nem pode ser lento.

Não ergo a voz…não a calo…falo!

Oiço tudo igual!...

Calo, penso… e penso… e rezo… e durmo… e rezo…igual.

E vou… e chego…e volto…e rio…e engulo lágrimas…e solto lágrimas…igual e…sempre.

Procuro, acho e…igual.
Tento, repito, sigo!

Volto a trás…e encontro o banal, sempre igual…e mais igual…e mais banal…

Escuto o meu silêncio…procuro falar-lhe…
E calo…porque igual, porque banal.

Quero acreditar que não está tudo mal!

IGUAL Tento convencer o meu cérebro,
Segredo ao meu coração e…dizem: NÃO

É preciso mudar, é preciso pulsar, é preciso:
falar, rir, escutar, chorar, entender, vibrar, esperar, rezar……e rir…e esperar…e rezar…e chorar…
e varrer o que de banal e igual sejam MAL.

É preciso acordar…e amar…
E tudo pode mudar!


Fernanda Beatriz
22/9/1985

Boa FBBC , gostei ....manda mais .

sábado, abril 10, 2010

José Régio ...

Surge Janeiro frio e pardacento,
Descem da serra os lobos ao povoado;
Assentam-se os fantoches em São Bento
E o Decreto da fome é publicado.

Edita-se a novela do Orçamento;
Cresce a miséria ao povo amordaçado;
Mas os biltres do novo parlamento
Usufruem seis contos de ordenado.

E enquanto à fome o povo se estiola,
Certo santo pupilo de Loyola,
Mistura de judeu e de vilão,

Também faz o pequeno "sacrifício"
De trinta contos - só! - por seu ofício
Receber, a bem dele... e da nação.
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Soneto (quase inédito), escrito em 1969 no dia de uma reunião de antigos alunos.
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Tão actual em 1969, como hoje.. depois ainda dizem que a tradição não é o que era!!!

Ao cuidado do IFFT.

Não gostei. Ou seja: compreendo, afinal foi um esforço inglório, mas espero que tenha sido só durante uns segundos.
Não era para ser. Ainda. Não temos ainda equipe para enfrentar as raposas velhas da Europa, nem jogadores com o andamento dos que custam milhões. Não temos e pronto. Não é impossível, mas sabemos que seria muito difícil. E, se formos campeões e formos à Champions, estamos lixados outra vez porque vamos levar com os Barcelonas, os Interes, os Reais, os Manchesteres e por aí fora e não temos maturidade suficiente para tal. Nós sabemos. Acreditar, com noção das diferenças que neste nível de competição inevitavelmente se fazem sentir. Nós temos consciência disso e sabemos que o Senhor também nos objectivos que estabeleceu. Há que dar tempo, amadurecer este trabalho brilhante que tem desenvolvido, trabalhar mais e mais e mais. Para nós, benfiquistas, é como se esta equipe tivesse nascido este ano do zero. Começar de novo. Portanto, tranquilos. Crescer, dói. Aprenda-se com isso.
E agora para a frente que temos um campeonato para acabar e para comemorar.
Juntos.


in Contra Capa

SUBSCREVO!

sexta-feira, abril 09, 2010

Grandes, pequenos e não-vencimentos...

Anda por aí uma grande algazarra sobre os vencimentos (excessivos) dos gestores das grandes empresas privadas.
Confesso que estou muito mais preocupado com o que ganham as meninas das caixas do Continente e afins, e sobretudo com o que não ganham os desempregados!