Mais um Dia de Finados se passou e mais uma vez a tradição se cumpriu.
E ainda bem que se cumpre, pois é sinal que estamos vivos e que ainda temos condições físicas para nos deslocar, por vezes de centenas de quilómetros, para prestarmos homenagem aos nossos entes queridos, que se encontram no seu descanso eterno, nos campos sagrados das nossas terras.
É, sempre com emoção e muitas saudades, que nos abeiramos da última jazida de quem viveu para nós e tudo fez para nos sentir felizes.
Em paralelo com esta romagem, o encontro de antigos colegas, amigos e conhecidos faz-nos regressar por horas, aos velhos tempos do passado.
"Dá cá um abraço! Há quanto tempo não te via! E quem te conhecia, de gordo que estás?" Esta é a frase mais utilizada, entre manifestações de verdadeira alegria e satisfação, pelo encontro inopinado.
Este ano o Helder organizou um jantar onde estivemos 18 AALB, sendo 6 da Colheita63 ( Gélica, Lena Pires, Chico Almeida, Nizo).
Depois do jantar eu e o Helder ainda cometemos a "proeza" de ir a casa do Nizo cear 2 salpicões, presunto e pão, que estavam um verdadeiro sonho.
Antes de regressarmos aos nossos lares, no dia seguinte, os que ceámos, ainda tivemos a oportunidade de almoçar o tradicional "botelo" com as respectivas cascas, precedido de uma saborosa sopa de nabiças.
Se Deus quizer e tivermos saúde, para o ano voltaremos !