A interactividade da Colheita63 em movimento contínuo para todo o Mundo e especialmente para Lisboa , Tomar , Monte Estoril , Linda-a-Velha , Setúbal , Coimbra , Porto , VNGaia , Braga , VNFamalicão , Santo Tirso , Afife , Vila Real , Vinhais , Bragança , Castelo Branco , Seia , Vendas Novas , Varsenare e Aveiro

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Viista virtual ao Castelo de Bragança

CLICA AQUI , Vale a pena ver ...

Dias marcantes

Em 1961, um levantamento popular, em Angola
Neste dia, em 1955, James Brown gravou o single "Please, Please, Please".
E eu fui um dos lixados .....

Heraclito, filósofo do devir!

A mesma água não passa duas vezes debaixo da mesma ponte
ou
não nos podemos banhar duas vezes no mesmo rio

A vida continua! digo eu.

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

Email

(clicar na imagem para aumentar)

Recebi este email, da nossa "célebre" Dulce Oliveira, pedindo para informar que não é amarga mas doce como o nome e enviando beijinhos para as minhas amigas.
Melhor do que eu fala o próprio email, de tão "famosa" autora, embora, pelos vistos, um pouco confusa e bastante primária.
Até podem ver o endereço dela para descarregarem os vossos humores.

Música ...para continuar a desanuviar

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Música, para desanuviar...


I want to be free

There's no joy in my heart,
Only sorrow
And I'm sad
As a man can be
I sit alone in the darkness
Of my lonely room
And this room
Is a prison to me

I look out my window
And what do I see
I see a bird
way up in a tree
I want to be free free
Free - ee - ee - ee
I want to be free
Like a bird in a tree

Oh what good are my eyes,
They can't see you
And my arms,
They can't hold you so tight
I have two lips
That are yearning,
But they're no good to me
Cause I know I can't kiss you tonight

I look out my window
And what do I see
I see a bird
Way up in a tree
I want to be free free
Free - ee - ee - ee
I want to be free
Like a bird in a tree
I want to be free
like the bird in a tree

Demorou aí uns 3 anos .... mas foi

Sempre fui um muito teimoso e infelizmente continuo a sê-lo , mas pior que isso , nessa fase também sou muito estúpido , mea culpa. Há uns anos publiquei aqui no blogue uma foto , que em baixo reproduzo , na qual perguntava o nome da igreja que ali aparece . Foi opinião geral que era a igreja de S. Bento , opinião que nunca aceitei pois eu tinha a certeza!!!!! que era a igreja de S.Francisco.
Hoje , revi essa foto na net e eis senão quando se fez luz na minha cabeça e vi claramente que estava enganado .
Não há dúvidas que é a igreja de S. Bento . Para a n/Provedora as minhas desculpas , mas "mais vale tarde do que nunca".

Fotos antigas de Bragança




















Quem sabe o que era e é aquela casinha branca em 1º plano ? Qual o seu nome ? Fico a aguardar as v/respostas.

Galileu!



Galileu, depois de ser condenado pelo tribunal da Inquisição, onde foi obrigado a renegar o heliocentrismo, terá comentado: e pur si muove, no entanto, ela move-se (a Terra).

terça-feira, fevereiro 01, 2011

Recordações , encontros e desencontros

Quando se realizou o nosso primeiro encontro na Anadia  e já lá vão 7 anos , a minha pergunta para mim próprio era a seguinte : estarei  eu tão velho como eles, elas ?
Vou-vos contar uma história verídica sobre o assunto , passada há algum tempo com uma amiga minha.

Estava sentada na sala de espera para a minha primeira consulta com um novo dentista, quando observei que o seu diploma estava exposto na parede.  Estava escrito o seu nome e, de repente, recordei-me de um moreno alto, que tinha esse mesmo nome. Era da minha turma do Liceu, uns 30 anos atrás, e eu perguntei-me: poderia ser o mesmo rapaz por quem eu tinha me apaixonado à época? 
 Quando entrei na sala de atendimento, imediatamente afastei esse pensamento do meu espírito. Este homem grisalho, quase calvo, gordo, com um rosto marcado, profundamente enrugado... era demasiadamente velho para ter sido a minha paixão secreta.
Depois de ele ter examinado o meu dente, perguntei-lhe se ele tinha estudado no liceu de Bragança :
- Sim, respondeu-me.
- Quando se formou?, perguntei.
- 1965. Por que pergunta?, respondeu.
- É que... bem... o senhor era da minha turma!, exclamei eu.
E então, este velho horrível, cretino, careca, barrigudo, flácido, filho de uma pu*a, lazarento perguntou-me:
- A Sra. era professora de quê?