sábado, abril 05, 2008
sexta-feira, abril 04, 2008
'SEPARAÇÃO RADICAL'
Fernanda Câncio no DN de hoje
Não é de agora a ideia de que a jacobinagem laica má como as cobras quer calar a Igreja Católica (IC) e 'bani-la do espaço público'. De cada vez que se defende o princípio da separação entre confissões e Estado consagrado na Constituição (e, dir-se-ia, pelo bom senso), acorre um ror de gente de mãos na cabeça. A começar por alguns dignatários da IC e a continuar num ramalhete de comentadores, que, é curioso, se distinguem quase todos por uma repugnância indisfarçável pelo fundamentalismo (desde que islâmico) e pelas teocracias (desde que islâmicas) e pelas 'leis de deus' (desde que de Alá).
É o caso de Constança Cunha e Sá, que no Público de ontem fala de uma 'separação radical, determinada pelo espírito do tempo, [que] deixa ao Estado o monopólio do espaço público, remetendo a Igreja para o domínio privado, no qual a sua intervenção se limita a proclamações doutrinais que se dirigem apenas ao conjunto dos seus fiéis'. Mas de que 'tempo' e 'espírito' falará Constança, quando inicia o seu texto citando uma notícia do DN sobre a eleição do presidente da Conferência Episcopal (CEP) e continua reproduzindo declarações do dito sobre 'o Estado militantemente ateu' surgidas nos principais media? Haverá melhor ilustração da visibilidade plena das opiniões dos dirigentes da IC no espaço público, opiniões"
Não é de agora a ideia de que a jacobinagem laica má como as cobras quer calar a Igreja Católica (IC) e 'bani-la do espaço público'. De cada vez que se defende o princípio da separação entre confissões e Estado consagrado na Constituição (e, dir-se-ia, pelo bom senso), acorre um ror de gente de mãos na cabeça. A começar por alguns dignatários da IC e a continuar num ramalhete de comentadores, que, é curioso, se distinguem quase todos por uma repugnância indisfarçável pelo fundamentalismo (desde que islâmico) e pelas teocracias (desde que islâmicas) e pelas 'leis de deus' (desde que de Alá).
É o caso de Constança Cunha e Sá, que no Público de ontem fala de uma 'separação radical, determinada pelo espírito do tempo, [que] deixa ao Estado o monopólio do espaço público, remetendo a Igreja para o domínio privado, no qual a sua intervenção se limita a proclamações doutrinais que se dirigem apenas ao conjunto dos seus fiéis'. Mas de que 'tempo' e 'espírito' falará Constança, quando inicia o seu texto citando uma notícia do DN sobre a eleição do presidente da Conferência Episcopal (CEP) e continua reproduzindo declarações do dito sobre 'o Estado militantemente ateu' surgidas nos principais media? Haverá melhor ilustração da visibilidade plena das opiniões dos dirigentes da IC no espaço público, opiniões"
quinta-feira, abril 03, 2008
terça-feira, abril 01, 2008
NÃO, NÃO É PARA RIR
Ontem, os Gato Fedorento deram um espectáculo em Cuba. Só podiam ser eles. Se não fossem eles, só os Monty Python e estes já se reformaram. E os Irmãos Marx já morreram. E o Woody Allen deixou de ser corrosivo desde Bananas. Só podiam ser os Gato Fedorento, que até gostam de sketches em balcões. Ora a cena passou-se na recepção de um hotel em Varadero.
A cena: um tipo com bigodaça latina (era capaz de ser o José Diogo Quintela) entrou no átrio de um hotel cubano, dirigiu-se à recepção e, timidamente, pediu um quarto. Um funcionário (Ricardo Araújo Pereira?) perguntou: 'Tem dinheiro?' E o bigodaças, obsequioso, estendendo dólares: 'Tenho.' E o funcionário, dando a chave: 'Aqui tem. O quarto é o 222.' E o bigodaças, surpreso: 'Mas eu sou cubano!' E o funcionário: 'E depois? A partir de hoje os cubanos podem entrar nos hotéis cubanos.'
A cena: um tipo com bigodaça latina (era capaz de ser o José Diogo Quintela) entrou no átrio de um hotel cubano, dirigiu-se à recepção e, timidamente, pediu um quarto. Um funcionário (Ricardo Araújo Pereira?) perguntou: 'Tem dinheiro?' E o bigodaças, obsequioso, estendendo dólares: 'Tenho.' E o funcionário, dando a chave: 'Aqui tem. O quarto é o 222.' E o bigodaças, surpreso: 'Mas eu sou cubano!' E o funcionário: 'E depois? A partir de hoje os cubanos podem entrar nos hotéis cubanos.'
Esta foi a melhor tirada humorística desde que José Estaline disse que o 'homem é o capital mais precioso'."
Ferreira Fernandes no DN de hoje
Ferreira Fernandes no DN de hoje
Grande notícia ...
Além disso vai ser indicada(o) para Presidente deste evento uma ilustre colheiteira(o)63 já na reforma.
Muitos parabéns a Bragança e a todos os Brigantinos !!!+ Oxalá fosse verdade , eu teria adorado, mas esta informação inseria-se no âmbito do dia de ontem " Dia das Mentiras", e por conseguinte foi apenas uma brincadeira . Pró ano haverá outra ... ( 02/04/2008)
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