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segunda-feira, janeiro 24, 2011

Seguros de saúde. Compensa ou não estar protegido?

A Associação de Defesa do Consumidor (Deco) analisou a oferta do mercado, tendo chegado à conclusão de que "a maioria dos planos privados de saúde exigem prémios elevados dando pouco em troca". Os períodos de carência são uma das principais falhas apontadas pela entidade. "O consumidor paga a primeira anuidade, mas tem de esperar três meses para activar as coberturas (excepto em caso de acidente). Por vezes espera até mais: 12 meses para parto ou dois anos para extrair amígdalas."

Também a idade é um obstáculo. "Se contava contratar um seguro de saúde para assegurar as despesas durante a velhice, desengane-se. A maioria das companhias recusa clientes com 60 anos ou mais. Pior: se já tiver seguro, a partir dos 65 ou 70 anos, que é quando poderá precisar mais das coberturas, o mais certo é fecharem-lhe a porta", diz a Deco. 

Qual escolher? Há vários critérios a ter em conta, mas a verdade é que é preciso ter cuidado se o preço for um factor primordial. Por norma, os seguros mais baratos são os que deixam coberturas importantes excluídas. O ideal é analisar as suas necessidades e optar por uma apólice sem limitações nesses campos. 

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