quarta-feira, outubro 10, 2007
Histórias do A25 e D25 ... 2
2004-07: guerra na RTP!
Em 2004 a Administração "pressiona".
Em 2007 a denúncia é reafirmada.
Vai haver processo...
Não haverá uma vaidadezinha?
Qualquer interferência do PODER POLITICO,
seja ele qual for, via Administração, é intolerável.
Quem estava no Governo em 2004?
Serão todos os Governos iguais?
Ou uns mais iguais do que outros?
terça-feira, outubro 09, 2007
Histórias do A25 e D25 ... 1
By Bernardino Louro Isto é um excerto dum conto verídico com factos reais e nomes verdadeiros ( lá está o meu ). Passou-se uns dois dias antes do Natal de 1966 e consequentemente A25 . Foi há 41 anos , não me esqueci e é esta uma das razões porque eu e milhares dos que passaram por lá , frequentemente têm sonhos como aquele que há bastante tempo vos contei. O que mais me chateia é que foi tudo em vão , tanto para um lado como para o outro...
Histórias do A25 e D25 ...
Era proibido usar isqueiros sem ter a respectiva licença. Os dois fiscais de isqueiros conhecidos eram de Vinhais , toda a gente sabia quem eram e por sinal eram colaborantes e simpáticos . Apenas me lembro de multarem um estudante ( não me lembro o nome dele ) mas foi muito constado na altura .
Então, quando os víamos e se aproximavam de nós, havia sempre um que com uma caixa de fósforos imitava que estava a acender um cigarro com um isqueiro . O fiscal aproximava-se muito lampeiro " a licença do isqueiro?", "qual isqueiro , dizia o visado, mostrando a caixa de fósforos". Risada geral....
Hasta siempre Comandante ...
segunda-feira, outubro 08, 2007
Feira da Castanha em Vinhais
domingo, outubro 07, 2007
Ele há cada uma ....
sábado, outubro 06, 2007
FORUM Colheita63 em privado ..
O valor duma tatuagem
Um dia, no Huambo, uma mulher revelou-me mais um malefício das guerras. Ela vivera todas as sucessivas conquistas da cidade, umas vezes MPLA, outras UNITA. Nos prédios notava-se a sanha dos atiradores que nenhuma razão militar explicava: não havia um só bocado de parede do tamanho de palma da mão sem, pelo menos, um buraco de bala. "Isso é mau para os deficientes", disse-me a mulher, que andava de carrinho de rodas. E explicou-me que, em dia de saraivada maior, a família conseguira fugir, mas ela ficou retida no meio da rua: o carrinho de rodas emperrou no meio de tanta cápsula de bala.



