A interactividade da Colheita63 em movimento contínuo para todo o Mundo e especialmente para Lisboa , Tomar , Monte Estoril , Linda-a-Velha , Setúbal , Coimbra , Porto , VNGaia , Braga , VNFamalicão , Santo Tirso , Afife , Vila Real , Vinhais , Bragança , Castelo Branco , Seia , Vendas Novas , Varsenare e Aveiro

segunda-feira, outubro 15, 2007

Insólito..

Não satisfeito por tourear a cavalo, quis experimentar a pé... Lixou-se

domingo, outubro 14, 2007

Frases célebres ...

By Lena Pires

Esta apresentação corre manualmente, portanto para ver, ler e meditar clicar no Play para cada frase

Grandes Batalhas da História Universal (7)


WATERLOO - 1815


NAPOLEÃO - WELLINGTON


Image Hosted by ImageShack.usWaterloo, um pequeno lugar apenas a 13 quilómetros de Bruxelas, foi cenário dum dos episódios mais importantes e decisivos da História Universal, onde chegou ao fim a saga napoleónica.
O regresso ao exílio foi o destino do Imperador e militar insigne, cujos exércitos derrotados por Wellington, não conseguiu naquele recanto, até então ignorado do mundo, fazer jus à sua propalada superioridade bélica.
Erros de comunicação(cavaleiros-estafetas), de liderança(má escolha dos comandantes subordinados) e de leitura dos acontecimentos(excesso de confiança e arrogância), acabaram por conduzir à derrota dos franceses e a uma vitória muito desejada da Sétima Coligação Europeia.

Catalina e "O Sol": o que a faz correr ou quem a faz correr?

De: http://o-condominio.blogspot.com/

QUEM É AMIGO, QUEM É?
Quando as coisas estão mal para o PSD e, consequentemente para o CDS, e quando a chegada ao poder começa a ser uma miragem, eis que aparece uma segunda dose de Casa-Pia!
Quem é amigo, quem é?
A Catalina. Há pois é!

Por acaso alguém deu a devida importância ao facto de o défice se situar abaixo dos três por cento?

posted by Quintanilha

sábado, outubro 13, 2007

O valor dos nomes ...

Já aqui vos contei que um famoso violinista foi tocar numa saída do Metro em Nova York , tendo passado completamente despercebido pelo grande público,
Doris Lessing , Prémio Nobel da Literatura 2007 , escreveu em 1983 dois romances, sob pseudónimo (Jane Somers) e mandou-os ao seu editor. Este recusou-os. Os romances acabaram por ser publicados noutra editora, sem grande sucesso.
Aí, ela denunciou o que acontecera: com o pseudónimo ela quisera provar que o sucesso atrai sucesso e quem não o tem, tem de penar.
Um dos romances (The Diary of a Good Neighbour), já com o conhecimento geral de "Somers igual a Lessing", vendeu mais de dois milhões.
Para mim é preocupante , ou enfiam-nos tudo ou então eles, os críticos, não percebem nada disto ...

sexta-feira, outubro 12, 2007

Imortalização..

Agora já podeis ficar imortalizados . Podeis criar um sêlo personalizado aqui, seleccionar “meuselo” e juntar a imagem escolhida . Os selos personalizados «têm total validade e podem ser usados no envio de correspondência».
Podeis também ver aqui as regras

Convite para visitar Seia ..

Além de me visitardes a mim , podeis juntar o útil ao agradável e assistir ao Cine-Eco 2007 , vêde o vídeo promociomal ou visitai http://www.cineeco-seia.blogspot.com/

Democracia e Censura...

A MANIF A QUE TEMOS DIREITO


By Fernanda Câncio - jornalista - DN de hoje


O direito de manifestação é considerado um dos símbolos da democracia. Mas a lei que o rege não é uma lei democrática. Porque foi promulgada em 1974 por um presidente não eleito (Spínola) e um governo provisório chefiado por Vasco Gonçalves e porque, garantindo "o livre exercício do direito de reunião pacífica em lugares públicos independentemente de autorização", limita-o a fins "não contrários à lei, à moral, aos direitos de pessoas singulares ou colectivas e à ordem e tranquilidade pública", podendo até interditá-las quando "ofendam pelo seu objecto a honra e a consideração devidas a órgãos de soberania e às Forças Armadas".

Mais: a lei estabelece ainda a obrigatoriedade de avisar por escrito e com dois dias úteis de antecedência o edil ou governador civil sob pena de a manif ser considerada "ilegal", o que é punido como crime de "desobediência qualificada". E diz que "por razões de segurança" as autoridades "poderão impedir que se realizem (...) manifestações em lugares públicos situados a menos de 100 metros das sedes dos órgãos de soberania [e quartéis, esquadras, prisões, embaixadas e sedes de partidos]".

Dois anos depois, a Constituição de 1976 consagrava, no artigo 45.º, o direito dos cidadãos a "reunir, pacificamente e sem armas (...) sem necessidade de qualquer autorização", tornando muito questionáveis algumas disposições da lei, como aquela dos "fins não contrários à moral" e das "ofensas à honra e consideração devidas a órgãos de soberania e às Forças Armadas" (a liberdade de expressão, da qual emana o direito de manifestação, tem, é claro, limites - o que muita gente insiste em não entender, confundindo-a com o direito ao insulto -, mas estão tipificados e não incluem estas "reservas"). A lei, porém, manteve-se tal qual, peça museológica e paradoxal do "25 de Abril sempre". É pois de uma impagável ironia ver manifestantes invocar o dito contra uma intervenção policial que pode estar apenas a cumprir uma lei "de Abril". Como ver o BE inquirir o ministro da tutela sobre "a base legal invocada pelas autoridades policiais para solicitarem informações sobre as acções [manifestações]" que um sindicato de professores preparava.

É que a base legal até existe. O que não há é legitimidade democrática para a levar à letra. Assim, parece pouco razoável que polícias façam recuar uma manifestação ou apreendam faixas, como terá sucedido em Montemor-o-Velho aquando da presença do primeiro-ministro, a não ser que essa manif não tenha sido comunicada nos termos da lei ou houvesse razões de segurança para a fazer recuar (quais? importaria esclarecer). Quanto à deslocação da PSP ao sindicato na Covilhã a propósito de uma manif anunciada, fosse um ingénuo gesto de voluntarismo típico de um meio pequeno ou uma inadmissível - e obviamente contraproducente - manobra de intimidação, implica uma urgente e vigorosa manifestação, por quem de direito, a propósito das regras do jogo. Chama-se democracia, e inclui aplausos e apupos. Ser amado e odiado, respeitado e desprezado. Mas medo e reverência não.

Tenho dito , ainda não chegámos ao Congo ...

quinta-feira, outubro 11, 2007

Histórias do A25 e D25 ... 3

Fui para a tropa em em Maio de 65 e até Maio de 68 ( grande mês ) quando saí ,como não havia computadores nem Internet e o isolamento era considerável, o que podíamos fazer, além da guerra , era jogar.
Aprendi todos os jogos de cartas, do bridge ( mal) até ao carapô( não tenho a certeza se é assim que se escreve). Aprendi o mundo de diferença que há entre ganhar e perder o que quer que seja. E adorava o poker: mais do que um jogo, o poker ( aberto e fechado ) envolvia um ritual psicológico, a que era difícil resistir. O poker é talvez o único jogo social que é tão interessante para quem joga como para quem assiste e que tem todos os condimentos para viciar, joguei-o muitos anos a seguir e bem , penso eu...
Quem me ensinou o carapô foi um Capitão ( lateiro ) já avançado na idade , daí a uns dois meses , já lhe ganhava e ele não gostava nada . Em determinada altura passei por ele no quartel em Quicabo /Angola ( isto era no mato , aonde só havia militares ), cumprimentei-o e andei .
Passados pouco tempo mandou o ordenança chamar-me para ir ao seu gabinete . "Sabe nosso alferes , tenho idade para ser seu Pai e não admito que quando passar por mim não me cumprimente militarmente , como é sua obrigação", ou seja" bater-lhe a pala". "Sim senhor meu Capitão", disse eu , batendo-lhe uma valente palada.
Dali prá frente foi um ver se te avias , até o procurava só para lhe bater a pala ...
Quanto ao poker , na tropa e principalmente no Luacano ( leste de Angola ) passava muito tempo a jogar . Eram meus companheiros o meu Capitão ( Bernardino Louro ) e os alferes da minha companhia e ainda o Administrador de Posto do Luacano de seu nome Pereira d' Eça ( minhoto de origem), não havendo nada melhor para ele do que um joguinho , nem que fosse a perder...

Deus te abençoe...!