Foi uma cópia deste lindo quadro que a Colheiteira Levinda nos ofereceu no almoço do 1º de Dezembro ,com dedicatória personalizada e devidamente assinada .sexta-feira, dezembro 07, 2007
Feliz Natal ...
Foi uma cópia deste lindo quadro que a Colheiteira Levinda nos ofereceu no almoço do 1º de Dezembro ,com dedicatória personalizada e devidamente assinada .Obrigado Levinda e que tenhas também um óptimo Natal e um feliz Ano Novo.
CRÓNICA DE SEXTA-FEIRA (41ª)
Salários e crise
- Vencimentos dos deputados: 10.861.744,33;
- Ajudas de custo: 2.993.450,72
- Vencimentos extraordinários: 1.810.445,47
- Contribuições para a Segurança Social: 1.302.579,51
- Despesas de representação: 1.008.708,13
- Subsídios de reintegração: 340.888,43
- Publicidade: 136.000
- Transportes: 3.400.000
Possivelmente todos esperariam que me pronunciasse esta semana sobre as perspectivas e consequentes impactos que a Cimeira UE/ África pode acarretar em diversos âmbitos e matérias globais.
Contudo, o tema da crónica desta semana remete para a uma questão tão simples como complexa: “Quanto custam os nossos deputados?”. Este é o título de um artigo da revista Visão que explana alguns dos meandros deste problemático tema.
É sabido que a imagem gizada pela população dos nossos legítimos representantes na Assembleia da República (A.R.) não é decididamente a mais esplendorosa. Por outro lado, se os nossos governantes exigem espírito de sacrifício e de contenção, então sobre esta matéria também se exige que os primeiros, a cumprirem estes desígnios, sejam os deputados.
Por isso, passemos da teoria para a prática e façamos um raio X às despesas (em euros) de 2006:
Contudo, o tema da crónica desta semana remete para a uma questão tão simples como complexa: “Quanto custam os nossos deputados?”. Este é o título de um artigo da revista Visão que explana alguns dos meandros deste problemático tema.
É sabido que a imagem gizada pela população dos nossos legítimos representantes na Assembleia da República (A.R.) não é decididamente a mais esplendorosa. Por outro lado, se os nossos governantes exigem espírito de sacrifício e de contenção, então sobre esta matéria também se exige que os primeiros, a cumprirem estes desígnios, sejam os deputados.
Por isso, passemos da teoria para a prática e façamos um raio X às despesas (em euros) de 2006:
- Vencimentos dos deputados: 10.861.744,33;
- Ajudas de custo: 2.993.450,72
- Vencimentos extraordinários: 1.810.445,47
- Contribuições para a Segurança Social: 1.302.579,51
- Despesas de representação: 1.008.708,13
- Subsídios de reintegração: 340.888,43
- Publicidade: 136.000
- Transportes: 3.400.000
- Vestuário e artigos pessoais: 120.000
- Vigilância e segurança: 157.000
- Vigilância e segurança: 157.000
Uma última nota: a CGA está a pagar 383 subvenções vitalícias a ex-titulares de cargos de cariz político. Só em 2007, estes gastos atingem os 7,6 milhões de euros.
Como aceitar e legitimar este panorama negro da ética política?
By Afonso Leitão
Como aceitar e legitimar este panorama negro da ética política?
By Afonso Leitão
Reflexões 4 ... Natal
Já alguém dizia que o Natal é quando quisermos , mas a verdade é que os centros comerciais tomaram conta dele e das outras datas , Dia da Mãe, Dia do Pai ,etc, etc,do dia do Halloween(!!!) e quando fui à feira das castanhas em Vinhais fiquei pasmado ao ouvir numa entrevista á TSF uma moçoila de Ousilhão referir-se ao Halloween com uma desenvoltura e conhecimento tal que me deixaram a pensar . No nosso tempo nem se conhecia ...Mas voltando aos centros comerciais . Eles assinalam aquelas datas com montras a rigor e uma efervescência comercial que nos entra pelos olhos , pelos ouvidos e pela carteira adentro duma forma tal que, se não tivermos que cumprir o défice orçamental, estamos mesmo tramados..
Visitei alguns nesta minha última estadia na capital , e se não residisse neste País , diria que estávamos na presença dum Povo rico , muito rico , feliz , muito feliz , tal era o movimento e o afã demonstrados. Quem vê Povos não vê Países , já alguém dizia ...
quinta-feira, dezembro 06, 2007
Reflexões 3....
Cada vez mais os Governos e o nosso em particular , respeitam muito menos os cidadãos dos seus Países com ainda lhe passam sem qualquer pudor brutais atestados de menoridade mental.Isto a propósito das percentagens de participação nas diversas greves ocorridas desde o 25. Verificamos constantemente que para os Sindicatos são sempre superiores a 80% e para os Governos sempre inferiores a 25% . Como é que duas instituições que à partida são consideradas de bem , são capazes de tais dislates ? Farão de nós atrasados mentais ? Torna-se óbvio que um deles está a mentir, ou se calhar estão os dois.
Já é tempo de acabarmos com isto e se há PGR ou uma qualquer ASAE , porque não intervêm ? Quem põe mãos a isto ?
quarta-feira, dezembro 05, 2007
“ O Sebastianismo”
Como nasce um “ mito “…
Vejamos como Jacinto do Prado Coelho nos transmite no Dicionário da Literatura, tão sabiamente, a ideia de “ mito “:
«[...] Veio depois a derrota de Alcácer Quibir e o desaparecimento do Rei (1578). A nação caiu sob o domínio castelhano. A literatura chorou, com a perda de D. Sebastião, o desfazer das esperanças desmedidas, a ruína dum povo que, havia pouco, deslumbrara o mundo com os Descobrimentos e a criação de um grande Império. Vasco Mouzinho de Quevedo, por exemplo, recorda doridamente o Rei, «Sebastião cuja morte inda hoje é viva, / Renovando-se sempre de ano em ano». Foi então que surgiu, como instintiva reacção, o sebastianismo. Julgou-se que só a fé visionária poderia salvar-nos. Na primeira metade do séc. XVI vários pretensos profetas, desafiando os rigores da Inquisição, haviam aliciado adeptos, nomeadamente cristãos novos. Entre esses «profetas» contava-se Gonçalo Anes, de alcunha «o Bandarra», sapateiro de Trancoso (Beira Alta), homem cujas trovas, largamente divulgadas, se tornariam «o evangelho do sebastianismo». O Bandarra (falecido em 1545, segundo um epitáfio mandado gravar no séc. XVII) tinha-se inspirado na Bíblia para verberar a corrupção da época e fazer obscuras predições, entre as quais, parece, estavam a da conquista de Marrocos, a da derrota dos Turcos e a do Quinto Império. [...]
Durante o séc. XIX, o sebastianismo foi passando da esfera política para os domínios literário e culturológico. O sonho heróico de D. Sebastião, a sua morte na batalha, o mito do seu regresso e a quimera do Quinto Império inspiram poetas e prosadores. [...] No Frei Luís de Sousa de Garrett, é Telmo, o velho criado, quem associa à fé no retorno do Rei a convicção de que D. João de Portugal, seu amado amo, um dia aparecerá.»
Muito provavelmente também as nossas gerações perseguem e persistem na ideia de um regresso, em qualquer coisa que estará para vir, como se estivesse prestes a realização de um sonho tão igual à luz que surge ao fundo de um túnel!
É neste grande desejo de que as coisas que desejamos se cumpram, que devemos repousar toda a nossa esperança para que, quem sabe… o tão “desejado” apareça, nem que seja num dia de nevoeiro !!!
O que é preciso é continuar, não desanimar, cultivar o amor e a amizade e viver sempre, sempre com um sonho à flor do pensamento!
E foi, assim, que aconteceu em Lisboa no dia
Vejamos como Jacinto do Prado Coelho nos transmite no Dicionário da Literatura, tão sabiamente, a ideia de “ mito “:
«[...] Veio depois a derrota de Alcácer Quibir e o desaparecimento do Rei (1578). A nação caiu sob o domínio castelhano. A literatura chorou, com a perda de D. Sebastião, o desfazer das esperanças desmedidas, a ruína dum povo que, havia pouco, deslumbrara o mundo com os Descobrimentos e a criação de um grande Império. Vasco Mouzinho de Quevedo, por exemplo, recorda doridamente o Rei, «Sebastião cuja morte inda hoje é viva, / Renovando-se sempre de ano em ano». Foi então que surgiu, como instintiva reacção, o sebastianismo. Julgou-se que só a fé visionária poderia salvar-nos. Na primeira metade do séc. XVI vários pretensos profetas, desafiando os rigores da Inquisição, haviam aliciado adeptos, nomeadamente cristãos novos. Entre esses «profetas» contava-se Gonçalo Anes, de alcunha «o Bandarra», sapateiro de Trancoso (Beira Alta), homem cujas trovas, largamente divulgadas, se tornariam «o evangelho do sebastianismo». O Bandarra (falecido em 1545, segundo um epitáfio mandado gravar no séc. XVII) tinha-se inspirado na Bíblia para verberar a corrupção da época e fazer obscuras predições, entre as quais, parece, estavam a da conquista de Marrocos, a da derrota dos Turcos e a do Quinto Império. [...]
Durante o séc. XIX, o sebastianismo foi passando da esfera política para os domínios literário e culturológico. O sonho heróico de D. Sebastião, a sua morte na batalha, o mito do seu regresso e a quimera do Quinto Império inspiram poetas e prosadores. [...] No Frei Luís de Sousa de Garrett, é Telmo, o velho criado, quem associa à fé no retorno do Rei a convicção de que D. João de Portugal, seu amado amo, um dia aparecerá.»
Muito provavelmente também as nossas gerações perseguem e persistem na ideia de um regresso, em qualquer coisa que estará para vir, como se estivesse prestes a realização de um sonho tão igual à luz que surge ao fundo de um túnel!
É neste grande desejo de que as coisas que desejamos se cumpram, que devemos repousar toda a nossa esperança para que, quem sabe… o tão “desejado” apareça, nem que seja num dia de nevoeiro !!!
O que é preciso é continuar, não desanimar, cultivar o amor e a amizade e viver sempre, sempre com um sonho à flor do pensamento!
E foi, assim, que aconteceu em Lisboa no dia
By F.A.
1º de Dezembro de 1640
Breve lembrança histórica
O jovem e aventureiro D. Sebastião, rei de Portugal, desaparecera a 4 de Agosto de 1578, na batalha de Alcácer Quibir, travada contra os mouros em Marrocos, no Norte de África. Deste acontecimento viria a resultar uma grave crise dinástica para o país, com consequências políticas embaraçosas. A sucessão ao trono foi garantida por seu tio-avô – o Cardeal D. Henrique ( 1578-1580), existindo, todavia, outras hipóteses de sucessão como as de D. António Prior do Crato, de D. Catarina de Portugal e seu filho D. Teodósio, do Duque de Sabóia, filho da infanta D. Beatriz, de Filipe II de Espanha e outras mais.
À morte do Cardeal-Rei, em 1580, e apesar dos outros candidatos, o trono de Portugal virá a ser ocupado pelo neto de D. Manuel I, Filipe II de Espanha, que acabará por ser reconhecido como rei de Portugal nas Cortes de Tomar de 1581. Filipe II e os seus sucessores ( Filipe III e Filipe IV de Espanha ) por cá governaram durante 60 anos - de 1580 a 1640. E foi, exactamente, no dia 1º de Dezembro de 1640, que 40 fidalgos portugueses se dirigiram aos Paços da Ribeira onde se encontravam a Regente de Portugal - Duquesa de Mântua (representante da coroa espanhola) e o seu secretário - Miguel de Vasconcelos.
D. Miguel de Almeida, à frente de outros conspiradores, invade o Paço e depois de vencer algumas resistências, assomou a uma das janelas e, sob enorme comoção, gritou:
Liberdade! Liberdade!
Viva el-Rei D. João IV.
Na rua, Jorge de Melo e os seus tomaram à sua conta a guarda castelhana. O clérigo de Azambuja e o Padre Nicolau da Maia, amotinaram o povo e romperam pelas escadas do paço. António Telo e muitos fidalgos, entre os quais íam os filhos de D. Filipa de Vilhena, irromperam pela galeria que comunicava com o forte e em uníssono, gritaram:
Viva D. João IV!
Presa a Regente e morto o Secretário, Portugal recupera a sua independência. D. João II - 8º Duque de Bragança é coroado rei de Portugal, com o título de D. João IV - o Restaurador.
Aclamação de D. João IV, da autoria de Veloso Salgado ( Museu Militar, Lisboa)
À morte do Cardeal-Rei, em 1580, e apesar dos outros candidatos, o trono de Portugal virá a ser ocupado pelo neto de D. Manuel I, Filipe II de Espanha, que acabará por ser reconhecido como rei de Portugal nas Cortes de Tomar de 1581. Filipe II e os seus sucessores ( Filipe III e Filipe IV de Espanha ) por cá governaram durante 60 anos - de 1580 a 1640. E foi, exactamente, no dia 1º de Dezembro de 1640, que 40 fidalgos portugueses se dirigiram aos Paços da Ribeira onde se encontravam a Regente de Portugal - Duquesa de Mântua (representante da coroa espanhola) e o seu secretário - Miguel de Vasconcelos.
D. Miguel de Almeida, à frente de outros conspiradores, invade o Paço e depois de vencer algumas resistências, assomou a uma das janelas e, sob enorme comoção, gritou:
Liberdade! Liberdade!
Viva el-Rei D. João IV.
Na rua, Jorge de Melo e os seus tomaram à sua conta a guarda castelhana. O clérigo de Azambuja e o Padre Nicolau da Maia, amotinaram o povo e romperam pelas escadas do paço. António Telo e muitos fidalgos, entre os quais íam os filhos de D. Filipa de Vilhena, irromperam pela galeria que comunicava com o forte e em uníssono, gritaram:
Viva D. João IV!
Presa a Regente e morto o Secretário, Portugal recupera a sua independência. D. João II - 8º Duque de Bragança é coroado rei de Portugal, com o título de D. João IV - o Restaurador.
Aclamação de D. João IV, da autoria de Veloso Salgado ( Museu Militar, Lisboa)By F.A.
1º de Dezembro de 2007
Uma vez mais, alguns dos “ colheiteiros de 63 “ relembraram os festejos do dia 1º de Dezembro, o dia da Academia, tradição e ponto alto da sua vida académica, dos verdes anos da sua juventude, das brincadeiras e dos sonhos que na sua Bragança, ao longo da frequência do Liceu, os ajudariam a crescer e a transformar-se em Homens e Mulheres com respeito pelos valores humanos, morais sociais, dentro de um verdadeiro espírito cívico e comunitário!
Quem não se lembra das visitas furtivas aos cafés e bares que, já fora de horas, aturavam a rapaziada com “ tainas e comesainas “ onde não faltavam os célebres galináceos “ oferecidos “ por algumas colegas e gente amiga que nos indicavam os segredos e estratégias “ de como fazer e actuar “, para que tudo corresse da melhor forma no momento dos “assaltos” nocturnos!
Às vezes, aconteciam percalços inesperados, e então lá estávamos nós a contas com a polícia!... Felizmente tudo acabava sempre bem.
Até as “traquinices “ nas entradas no cinema. Pobre “Chico Judeu“… que ainda nos aturou algumas. Para ele, o meu sincero respeito.
E já que estamos de feição apresento humilde homenagem a tantos que nos ajuda-ram e desculparam nas “malandrices “ cometidas: aos srºs Lelo e Costa, às “ meninas Mariazinha, Isaura e Ilda “ e ao srº Acácio da Secretaria.
Para aqueles que nos ensinaram e ajudaram a crescer intelectualmente e que perderam muitas horas do seu descanso connosco, o nosso especial agradecimento. Por tanta disponibilidade demonstrada, um caloroso muito obrigado aos Drºs. Felgueiras, Domingos Rijo, Eduardo Carvalho, Fernando Subtil, Emeletina Pires, Antónia Mariano, Maria Ana; aos srs. Arquitectos Manuel Ferreira, Telmo e Varejão que sempre nos prestaram colaboração inestimável. Aos nossos queridos professores que para não magoar, por esquecimento, não destaco nominalmente. Apenas duas excepções por razões especiais: o desejo de bem estar à querida “tia “ Carolina Pires e de melhoras à Drª Gracinda. A tantos outros que naturalmente também mereceriam o nosso respeito e admiração e, que deveriam ser mencionados e não o foram, ( a memória é traiçoeira ) a nossa homenagem e agradecimento!
E depois dos agradecimentos passemos, então, ao programa das festas.
Na véspera do encontro, mal chegados a Lisboa, as honras de anfitrião foram-nos prestadas pelos caríssimos “ colheiteiros “ Hélder e Isaías. Pobre Isaías… que foi retirado de casa, a toque de tambor, pelo Hélder que não se deixou comover com a
“ gripite “ aguda do seu amigo/irmão. Sei que posso falar assim, não é verdade?
Lá fomos, então, os quatro ( a Noémia também ía ) jantar a um restaurante “ cas-tiço “ - En’ clave de seu nome, que ao longo da refeição nos brindou com “ mornas e coladeras “ de Cabo Verde, ao vivo. Aí permanecemos até cerca das 11h30.
No dia seguinte, pelas 13 horas, os “colheiteiros “ e alguns amigos do tempo de Liceu, juntaram-se para o almoço comemorativo nas instalações da Antiga Cooperativa Militar, sita na Rua de S. José, na baixa Lisboeta, nas proximidades do antigo cinema Condes, aos Restauradores.. Belo edifício, com salas e tectos principescamente decorados, lembrando faustos antigos. Enfim, um convite tentador “ à venda de património “. Perdoem a chalaça!
A ementa, como seria de esperar, cumpriu a tradição! Depois dos aperitivos e entradas foi servida, como prato principal, “ galinha de cabidela”. A seguir, houve sobremesas variadas e em abundância. Para terminar a refeição um bom café e bebidas “ digestivas “.
A boa disposição reinou na sala. Trautearam-se os hinos alusivos ao dia e para cumprir a “praxe” não faltaram os discursos por parte da organização e pelo Presidente da Academia, de então.
Tudo esteve muito bem. Até no preço! Parabéns Isaías pela escolha. Após a refeição, lá pelas 17 horas, a malta começou a debandar. O Helder correndo até ao estádio da Luz para ver o “seu” Benfica contra o glorioso F.C. do Porto. E mais não digo para não acicatar os ânimos!!!
Já me ía esquecendo de mencionar que marquei algumas faltas de presença. Isto de nunca podermos estar todos… tem de acabar! Pode ser que , ainda, um dia… Quem sabe!!!
Para compensar foi com muito prazer que registámos a presença da nossa querida professora, para os mais íntimos , “ Lolita”. Que bom! Nem imaginam! Está na mesma. A passagem dos anos quase não a beliscou. Acreditem. Para ela o nosso muito obrigado. Que continue a aparecer, como prometeu.
Um obrigado também às manas Carvalho, Luísa e Ana, que serão sempre muito bem vindas, ao Zé Manuel Chiote, pela disponibilidade extensivo à amiga Natália Aragão que também nos presenteou com a sua presença. Finalmente, um carinho muito ternurento para as mais novinhas do grupo, as filhas da “ colheiteira” Zélia Padrão. Pode ser que o fermento pegue… quem sabe?
O nosso dia continuou bem na companhia dos queridos “colheiteiros” Osório e Maria dos Anjos, com quem tivemos o prazer de jantar e nos “ aturaram “ até `a hora de regresso a casa. Antes, passámos pelo Casino de Lisboa, mas sem grande sorte!
E mais não digo, dado o adiantado da hora e do relato.
A todos os meus agradecimentos e cordiais saudações académicas
Francisco Almeida
N. B. Estiveram presentes aqueles que fui mencionando e ainda:
Teresinha Pires, Lena Pires, Levinda Martins, Manuel Carvalho, António Medeiros, Zé Gomes e as esposas e maridos dos “colheiteiros e colheiteiras “ referidos ( Bibi, Graciela, Mª dos Anjos, Noémia e Penedos ).
Para reflectir…
Que o cardeal-rei dom Henrique
Fique no Inferno muitos anos
Por ter deixado em testamento
Portugal, aos castelhanos
Quadra popular
Isto daria para outras conversas…
Quem não se lembra das visitas furtivas aos cafés e bares que, já fora de horas, aturavam a rapaziada com “ tainas e comesainas “ onde não faltavam os célebres galináceos “ oferecidos “ por algumas colegas e gente amiga que nos indicavam os segredos e estratégias “ de como fazer e actuar “, para que tudo corresse da melhor forma no momento dos “assaltos” nocturnos!
Às vezes, aconteciam percalços inesperados, e então lá estávamos nós a contas com a polícia!... Felizmente tudo acabava sempre bem.
Até as “traquinices “ nas entradas no cinema. Pobre “Chico Judeu“… que ainda nos aturou algumas. Para ele, o meu sincero respeito.
E já que estamos de feição apresento humilde homenagem a tantos que nos ajuda-ram e desculparam nas “malandrices “ cometidas: aos srºs Lelo e Costa, às “ meninas Mariazinha, Isaura e Ilda “ e ao srº Acácio da Secretaria.
Para aqueles que nos ensinaram e ajudaram a crescer intelectualmente e que perderam muitas horas do seu descanso connosco, o nosso especial agradecimento. Por tanta disponibilidade demonstrada, um caloroso muito obrigado aos Drºs. Felgueiras, Domingos Rijo, Eduardo Carvalho, Fernando Subtil, Emeletina Pires, Antónia Mariano, Maria Ana; aos srs. Arquitectos Manuel Ferreira, Telmo e Varejão que sempre nos prestaram colaboração inestimável. Aos nossos queridos professores que para não magoar, por esquecimento, não destaco nominalmente. Apenas duas excepções por razões especiais: o desejo de bem estar à querida “tia “ Carolina Pires e de melhoras à Drª Gracinda. A tantos outros que naturalmente também mereceriam o nosso respeito e admiração e, que deveriam ser mencionados e não o foram, ( a memória é traiçoeira ) a nossa homenagem e agradecimento!
E depois dos agradecimentos passemos, então, ao programa das festas.
Na véspera do encontro, mal chegados a Lisboa, as honras de anfitrião foram-nos prestadas pelos caríssimos “ colheiteiros “ Hélder e Isaías. Pobre Isaías… que foi retirado de casa, a toque de tambor, pelo Hélder que não se deixou comover com a
“ gripite “ aguda do seu amigo/irmão. Sei que posso falar assim, não é verdade?
Lá fomos, então, os quatro ( a Noémia também ía ) jantar a um restaurante “ cas-tiço “ - En’ clave de seu nome, que ao longo da refeição nos brindou com “ mornas e coladeras “ de Cabo Verde, ao vivo. Aí permanecemos até cerca das 11h30.
No dia seguinte, pelas 13 horas, os “colheiteiros “ e alguns amigos do tempo de Liceu, juntaram-se para o almoço comemorativo nas instalações da Antiga Cooperativa Militar, sita na Rua de S. José, na baixa Lisboeta, nas proximidades do antigo cinema Condes, aos Restauradores.. Belo edifício, com salas e tectos principescamente decorados, lembrando faustos antigos. Enfim, um convite tentador “ à venda de património “. Perdoem a chalaça!
A ementa, como seria de esperar, cumpriu a tradição! Depois dos aperitivos e entradas foi servida, como prato principal, “ galinha de cabidela”. A seguir, houve sobremesas variadas e em abundância. Para terminar a refeição um bom café e bebidas “ digestivas “.
A boa disposição reinou na sala. Trautearam-se os hinos alusivos ao dia e para cumprir a “praxe” não faltaram os discursos por parte da organização e pelo Presidente da Academia, de então.
Tudo esteve muito bem. Até no preço! Parabéns Isaías pela escolha. Após a refeição, lá pelas 17 horas, a malta começou a debandar. O Helder correndo até ao estádio da Luz para ver o “seu” Benfica contra o glorioso F.C. do Porto. E mais não digo para não acicatar os ânimos!!!
Já me ía esquecendo de mencionar que marquei algumas faltas de presença. Isto de nunca podermos estar todos… tem de acabar! Pode ser que , ainda, um dia… Quem sabe!!!
Para compensar foi com muito prazer que registámos a presença da nossa querida professora, para os mais íntimos , “ Lolita”. Que bom! Nem imaginam! Está na mesma. A passagem dos anos quase não a beliscou. Acreditem. Para ela o nosso muito obrigado. Que continue a aparecer, como prometeu.
Um obrigado também às manas Carvalho, Luísa e Ana, que serão sempre muito bem vindas, ao Zé Manuel Chiote, pela disponibilidade extensivo à amiga Natália Aragão que também nos presenteou com a sua presença. Finalmente, um carinho muito ternurento para as mais novinhas do grupo, as filhas da “ colheiteira” Zélia Padrão. Pode ser que o fermento pegue… quem sabe?
O nosso dia continuou bem na companhia dos queridos “colheiteiros” Osório e Maria dos Anjos, com quem tivemos o prazer de jantar e nos “ aturaram “ até `a hora de regresso a casa. Antes, passámos pelo Casino de Lisboa, mas sem grande sorte!
E mais não digo, dado o adiantado da hora e do relato.
A todos os meus agradecimentos e cordiais saudações académicas
Francisco Almeida
N. B. Estiveram presentes aqueles que fui mencionando e ainda:
Teresinha Pires, Lena Pires, Levinda Martins, Manuel Carvalho, António Medeiros, Zé Gomes e as esposas e maridos dos “colheiteiros e colheiteiras “ referidos ( Bibi, Graciela, Mª dos Anjos, Noémia e Penedos ).
Para reflectir…
Que o cardeal-rei dom Henrique
Fique no Inferno muitos anos
Por ter deixado em testamento
Portugal, aos castelhanos
Quadra popular
Isto daria para outras conversas…
By F.A.
terça-feira, dezembro 04, 2007
1º de Dezembro de 2007
Foi um dia em cheio , apesar de ter acabado mal ( com a derrota do meu Benfica), mas foi muito bom reencontrar pessoas que não via há décadas ( manas "Carvalhinhas", um beijinho para vós e obrigado pela v/presença ). Além dos Colheiteiros63 e respectivos cônjuges estiveram também presentes a n/Profª D.Maria das Dores ( Lolita ) que fez um breve discurso muito emocionado , a Natália Aragão e o Chiotte ( quase Colheiteiros63) e as lindas filhas da n/Zélia . Foi pena o Quintas não poder estar presente , um grande abraço para ti.Para o ano há mais ...
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