quinta-feira, maio 10, 2007
CRONICA DE SEXTA-FEIRA ...
Por impossibilidade pessoal relativa a uma boa causa, não é possível a publicação amanhã da habitual crónica das sextas -feiras da autoria do n/Afonso Leitão. Ficamos a aguardar o seu regresso e que tudo corra bem .
Uma virgula muda tudo!
Com a devida vénia do CONDOMINIO PRIVADO
http://o-condominio.blogspot.com/
Vejam o que uma simples vírgula pode fazer:
Se o homem soubesse o valor que tem a mulher, ficaria de joelhos à sua frente.
Se o homem soubesse o valor que tem, a mulher ficaria de joelhos à sua frente.
http://o-condominio.blogspot.com/
Vejam o que uma simples vírgula pode fazer:
Se o homem soubesse o valor que tem a mulher, ficaria de joelhos à sua frente.
Se o homem soubesse o valor que tem, a mulher ficaria de joelhos à sua frente.
quarta-feira, maio 09, 2007
Hoje éo Dia da Europa ...
Ao verem nas agendas e nos calendários o dia 9 de Maio identificado como "Dia da Europa", muitas pessoas interrogam-se sobre o que se terá passado nessa data e em que ano terá tido lugar esse acontecimento. Com efeito, poucos cidadãos europeus sabem que a 9 de Maio de 1950 nasceu a Europa comunitária, numa altura em que, devemos recordá-lo, a perspectiva de uma terceira guerra mundial angustiava toda a Europa. Nesse dia, em Paris, a imprensa foi convocada para as dezoito horas no Salon de l'Horloge do Quai d'Orsay, quartel-general do Ministério dos Negócios Estrangeiros francês, para uma "comunicação da maior importância". As primeiras linhas da declaração de 9 de Maio de 1950, redigida por Jean Monnet, comentada e lida à imprensa por Robert Schuman, Ministro dos Negócios Estrangeiros da França, dão imediatamente uma ideia da ambição da proposta: "A paz mundial não poderá ser salvaguardada sem uma criatividade à medida dos perigos que a ameaçam". "Através da colocação em comum de produções de base e da instituição de uma Alta Autoridade nova, cujas decisões ligarão a França, a Alemanha e os países que a ela aderirem, esta proposta constituirá a primeira base concreta de uma federação europeia, indispensável à preservação da paz". Era assim proposta a criação de uma instituição europeia supranacional, incumbida de gerir as matérias-primas que nessa altura constituíam a base do poderio militar, o carvão e o aço. Ora, os países convidados a renunciar desta forma ao controlo exclusivamente nacional destes recursos fundamentais para a guerra, só há muito pouco tempo tinham deixado de se destruir mutuamente num conflito terrível, de que tinham resultado incalculáveis prejuízos materiais e, sobretudo, danos morais: ódios, rancores e preconceitos. Assim, tudo começou nesse dia, razão que levou os Chefes de Estado e de Governo, na Cimeira de Milão de 1985, a decidirem celebrar o 9 de Maio como "Dia da Europa". Os diversos países, ao decidirem democraticamente aderir à União Europeia, adoptam os valores da paz e da solidariedade, pedra angular do edifício comunitário. Estes valores concretizam-se no desenvolvimento económico e social e no equilíbrio ambiental e regional, únicos garantes de uma repartição equilibrada do bem-estar entre os cidadãos. A Europa, enquanto conjunto de povos conscientes de pertencerem a uma mesma entidade que abrange culturas análogas ou complementares, existe já há séculos. No entanto, a consciência desta unidade fundamental, enquanto não deu origem a regras e a instituições, não pôde evitar os conflitos entre os países europeus. Ainda hoje, alguns países que não fazem parte da União Europeia não estão ao abrigo de tragédias terríveis. Como qualquer obra humana desta envergadura, a integração da Europa não se constrói num dia, nem em algumas décadas: as lacunas são ainda numerosas e as imperfeições evidentes. A construção iniciada imediatamente a seguir à II Guerra Mundial foi muito inovadora: o que nos séculos ou milénios precedentes podia assemelhar-se a uma tentativa de união, foi na realidade o fruto de uma vitória de uns sobre os outros. Estas construções não podiam durar, pois os vencidos só tinham uma aspiração: recuperar a sua autonomia. Hoje ambicionamos algo completamente diferente: construir uma Europa que respeite a liberdade e a identidade de cada um dos povos que a compõem, gerida em conjunto e aplicando o princípio segundo o qual apenas se deve fazer em comum o que pode ser mais bem feito dessa forma. Só a união dos povos pode garantir à Europa o controlo do seu destino e a sua influência no mundo. A União Europeia está atenta aos desejos dos cidadãos e coloca-se ao seu serviço. Conservando a sua especificidade, os seus hábitos e a sua língua, todos os cidadãos se devem sentir em casa na "pátria europeia", onde podem circular livremente. terça-feira, maio 08, 2007
Desaparecida ....
Jà lá vão 5 dias e a pequenita Madeleine , de nacionalidade inglesa ainda não apareceu. Houve uma luz ao fundo do túnel, hoje muito perto daqui, em Nelas , mas infelizmente foi rebate falso.Faço um grande apelo a toda a comunidade Portuguesa para que reforce a sua atenção e mal vislumbre um pequeno sinal , informe de imediato as autoridades locais. Muito gostava que aparecesse , não só para sossego dos seus Pais e familiares mas também para que as n/autoridades ficassem com a sua competência reforçada tanto a nível interno como externo.Vamos a isso....
segunda-feira, maio 07, 2007
Presença Militar na Língua Portuguesa(8)
( Continuação )
Fogo à peça - Esta expressão significa "fazer algo com rapidez e sem hesitações".
De origem militar , traduz perfeitamente o que se quer , pois a rapidez do tiro dá uma ideia justa do que se pretende.
Gaseado - Intoxicado com gases de guerra.
Tal ocorreu principalmente na 1ª Guerra Mundial, durante a qual se utilizaram grandes
quantidades de gases altamente tóxicos. Os militares atingidos com tais produtos, ou morriam ou ficavam afectados até ao fim das suas vidas.
Este termo passou ao povo , que, a propósito de um indivíduo que tivesse um comportamento um pouco anormal, dizia "este tipo é um gaseado".
General Inverno - É vulgar ouvir-se perguntar a propósito do desaire sofrido por Napoleão Bonaparte na Rússia: "Quem foi o General que lhe fez frente, que contribuiu para tal desaire?"
A resposta inevitável é: "Foi o general Inverno".
Significa o todo -poderoso Inverno.
Guarda -costas - Navio de guerra destinado à vigilância das águas territoriais.
Este termo utiliza-se hoje para designar quem está encarregado da segurança pessoal de outra pessoa.
Guerra é guerra - Expressão muito popular que é uma fórmula de resignação ou de cinismo com que se aceitam ou pretendem justificar excessos, nas mais variadas situações, à semelhança do que se passa na guerra.
(Continua)
Fogo à peça - Esta expressão significa "fazer algo com rapidez e sem hesitações".
De origem militar , traduz perfeitamente o que se quer , pois a rapidez do tiro dá uma ideia justa do que se pretende.
Gaseado - Intoxicado com gases de guerra.
Tal ocorreu principalmente na 1ª Guerra Mundial, durante a qual se utilizaram grandes
quantidades de gases altamente tóxicos. Os militares atingidos com tais produtos, ou morriam ou ficavam afectados até ao fim das suas vidas.
Este termo passou ao povo , que, a propósito de um indivíduo que tivesse um comportamento um pouco anormal, dizia "este tipo é um gaseado".
General Inverno - É vulgar ouvir-se perguntar a propósito do desaire sofrido por Napoleão Bonaparte na Rússia: "Quem foi o General que lhe fez frente, que contribuiu para tal desaire?"
A resposta inevitável é: "Foi o general Inverno".
Significa o todo -poderoso Inverno.
Guarda -costas - Navio de guerra destinado à vigilância das águas territoriais.
Este termo utiliza-se hoje para designar quem está encarregado da segurança pessoal de outra pessoa.
Guerra é guerra - Expressão muito popular que é uma fórmula de resignação ou de cinismo com que se aceitam ou pretendem justificar excessos, nas mais variadas situações, à semelhança do que se passa na guerra.
(Continua)
domingo, maio 06, 2007
Cá por coisas...ou há ética ou comem todos!
Com a devida vénia do Jumento http://jumento.blogspot.com/ :
EXIGÊNCIAS DA DEMOCRACIA
«Foi esta semana inaugurada uma linha do Metro Sul do Tejo que corresponde a uma primeira etapa de uma primeira fase que se anuncia estar concluída em Dezembro de 2008. (...)
Não quero pensar que se tenha tratado do cumprimento de alguma promessa eleitoral feita no auge do desespero da conquista dos votos e, como tal, teria de ser cumprida independentemente de considerações de natureza económica ou financeira.
Só que as decisões políticas que custam dinheiro aos contribuintes têm de se basear em sólidos fundamentos técnicos e têm de identificar os protagonistas.» [Expresso assinantes Link]
Parecer:
Quem lê este artigo de Manuela Ferreira Leite onde a ex-ministra das Finanças defende a identificação dos protagonistas e insinua que se poderá ter tratado de uma manobra desesperada para conquistar votos fica logo a pensar "isto foi coisa dos despesistas dos socialistas".
Mas não foi e talvez Manuela Ferreira Leite tenha razão quando insinua que se terá tratado de uma manobra de desespero de quem precisava de votos, o protocolo para o desenvolvimento do MST entre o Governo e as autarquias, que marcou o lançamento do projecto, foi assinado em Abril de 1995 [Link]. E quem era o primeiro-ministro? O primeiro-ministro era Cavaco Silva e o protocolo foi assinado poucos meses antes do PSD perder as eleições legislativas já que o Governo de António Guterres só tomou posse a 28 de Outubro de 1995 [Link].
Bem vistas as coisas quem aprovou foi Cavaco Silva do PSD, o mesmo Cavaco Silva e o mesmo PSD que estavam desesperados por votos pois perderam as eleições legislativas e as presidências que se iam realizar.
É uma pena que Manuela Ferreira Leite se tenha ficado pelas insinuações e em vez de dizer que os protagonistas deveriam ser identificado não tenha dito logo quem eram, deixando no ar que teriam sido os seus adversários políticos.
É lamentável que com a idade que a senhora tem ainda não tenha percebido que a primeira exigência da democracia é a honestidade dos políticos, mesmo quando investidos nas funções de colunistas.
EXIGÊNCIAS DA DEMOCRACIA
«Foi esta semana inaugurada uma linha do Metro Sul do Tejo que corresponde a uma primeira etapa de uma primeira fase que se anuncia estar concluída em Dezembro de 2008. (...)
Não quero pensar que se tenha tratado do cumprimento de alguma promessa eleitoral feita no auge do desespero da conquista dos votos e, como tal, teria de ser cumprida independentemente de considerações de natureza económica ou financeira.
Só que as decisões políticas que custam dinheiro aos contribuintes têm de se basear em sólidos fundamentos técnicos e têm de identificar os protagonistas.» [Expresso assinantes Link]
Parecer:
Quem lê este artigo de Manuela Ferreira Leite onde a ex-ministra das Finanças defende a identificação dos protagonistas e insinua que se poderá ter tratado de uma manobra desesperada para conquistar votos fica logo a pensar "isto foi coisa dos despesistas dos socialistas".
Mas não foi e talvez Manuela Ferreira Leite tenha razão quando insinua que se terá tratado de uma manobra de desespero de quem precisava de votos, o protocolo para o desenvolvimento do MST entre o Governo e as autarquias, que marcou o lançamento do projecto, foi assinado em Abril de 1995 [Link]. E quem era o primeiro-ministro? O primeiro-ministro era Cavaco Silva e o protocolo foi assinado poucos meses antes do PSD perder as eleições legislativas já que o Governo de António Guterres só tomou posse a 28 de Outubro de 1995 [Link].
Bem vistas as coisas quem aprovou foi Cavaco Silva do PSD, o mesmo Cavaco Silva e o mesmo PSD que estavam desesperados por votos pois perderam as eleições legislativas e as presidências que se iam realizar.
É uma pena que Manuela Ferreira Leite se tenha ficado pelas insinuações e em vez de dizer que os protagonistas deveriam ser identificado não tenha dito logo quem eram, deixando no ar que teriam sido os seus adversários políticos.
É lamentável que com a idade que a senhora tem ainda não tenha percebido que a primeira exigência da democracia é a honestidade dos políticos, mesmo quando investidos nas funções de colunistas.
Bernardino Louro...
Quebrara o marasmo e rompera a rotina da vila um distinto padre, dali natural e residente, e formado em Direito. Tinha no Fundão banca de advogado estabelecida.Um dia criou, a expensas suas, um colégio particular para o ensino secundário. A partir dessa data, aqueles, muitos, que não tinham tido vocação para serem padres e tinham sido postos fora do seminário — ali bem ao lado, nos arredores da vila — passaram a ter uma nova oportunidade. Por uns tostões, quase sempre a crédito e a longo prazo, poderiam continuar os estudos. Pelo menos até ao tal 5º. ano. Se não era a meta desejada, servia já de ferramenta para os que se queriam empregar melhor. Durante os primeiros anos, o Colégio de Santo António foi instalado numa casa residencial no centro da vila. Ficava numa das ruas com maior número de lojas e comércio de todos os tipos. — A Rua da Cale.
Muito próximo ficava a tasca: “ O Primeiro de Janeiro”. Era afamada adega e taberna de muita qualidade. Tinha sempre magníficos vinhos e deliciosos petiscos. A estudantada mais velha, de fracos, reduzidos ou nenhuns cobres, por ali passava os tempos. Era praticamente o recreio do Colégio. Ali podia-se conversar sem fazer despesa. O espaço era grande e o dono da casa uma boa pessoa.
No diário convívio, habituaram-se os estudantes a conversar com gente simples e trabalhadora, que o enchia às segundas-feiras: o dia de mercado.
Durante a semana convivia-se com os habituais, os efectivos clientes. Eram gente heterogénea, congregados pelos prazeres do copo e dos petiscos num leque muito alargado de profissões. Iam desde o abastado ao vulgar comerciante, dos advogados liberais e populares, aos simples lavradores ou homens do campo, dos professores das escolas até a vários priores das aldeias do concelho.
Nos reservados da adega ou nas mesas dispersas, debaixo das sombras da latada do quintal, muitos ouviram pela primeira vez falar, diferente, de coisas e doutrinas oficiais, ensinadas nas escolas, nas gazetas e nas cartilhas. Falava-se de gente notável. De escritores e poetas. Comentavam e discutiam todos os assuntos e sempre com paixão, a Guerra Civil de Espanha, ali bem ao lado.
Com o mesmo entusiasmo comentavam os sucessos dos primeiros campeonatos do mundo em hóquei em patins e as vitórias morais da selecção nacional de futebol. Dirimiam-se diariamente as rivalidades entre o Sporting e o Benfica. Tinham ambos filiais na vila, desactivadas e em permanente ruína!
Não havendo mais nada de interessante, dizia-se mal do comboio. Chegava sempre tarde e às más horas! Excerto do novo livro " Escritas na Areia"
Posted by Bernardino Louro
Dia "Oficial"da Mãe ..
Como já escrevi, para mim o Dia da Mãe continua a ser no dia 8 de Dezembro.Mesmo assim e sem querer não posso, neste dia, deixar de recordar com saudade a "minha", as vossas e todas as mães do mundo, em especial aquela mãe inglesa que de uma forma tão ignóbil e desumana lhe surripiaram a sua filha de 8 anos que estava a dormir. Oxalá apareça, sã e salva sem mazelas de qualquer espécie.
A música "E depois do Adeus" ? O que virá ??? Ninguém sabe , mas como ainda não houve qualquer regresso , presumo que não deve ser mau.... Será?!?! A ver iremos ...se Deus nos der vida e saúde, como diria o Balbino ..
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