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quinta-feira, fevereiro 10, 2011

Fiquei para morrer!

Ontem, como habitualmente, quando pela manhã me diriji ao qiosque situado frente a minha casa, para comprar os jornais( DN e Bola), deparei com uma notícia na capa do Correio da Manhã, que me deixou extremamente abalado.
Não se tratava de nenhum assunto relacionado com a crise financeira e económica nacional, com qualquer atentado terrorista ou com com algum cataclismo.
Ainda pensei que estaríamos no primeiro de Abril, mas bem depressa me situei em Fevereiro, pois o frio apertava.
Mas a realidade nua e crua estava ali bem patente e anunciava o casamento gay na GNR entre uma Capitão e uma Cabo, de 27 e 39 anos respectivamente.
Referia-se à Comandante Distrital de Santarém e a uma formadora da Escola Prática, daquela Força de Segurança em Queluz, onde vivem, que mantêm um relacionamento há cerca de dois anos.
A jovem capitã Patrícia Almeida, frequentou a Academia Militar e pertence à Arma de Infantaria.
É o primeiro casamento, em todo o mundo, de duas lésbicas militares, que se encontram ao serviço.
Apenas um comentário: no meu tempo, o excesso de confiança entre um oficial e uma praça era objecto de censura disciplinar, havendo mesmo no regulamento de disciplina militar um artigo que abordava esta questão.

6 comentários:

Duarte disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Duarte disse...

IFFT:
O que é que te abalou, um capitão e um sargento casarem, duas mulheres casarem, ou ambos?

Paraste no tempo...

HB disse...

O teu tempo já acabou há muito....tempo . Também não sei o que te abalou , se foi o casamento entre duas mulheres , se foi o casamento entre um oficial e uma praça. A mim surpreendeu-me efectivamente , mas a vida mudou e o seu caso deve estar dentro da lei , portanto ...tudo legal.
Quanto á oficial é natural de Seia , os seus pais ( pai e mãe ) são pessoas normais , honestas e trabalhadoras , bem como toda a sua família .

Rosa dos Ventos disse...

E ela também é, seguramente, uma mulher honesta e trabalhadora!
Estas situações estão presentes em todas as camadas sociais e profissionais!

mc disse...

É o primeiro caso , não admira o espanto ,sobretudo entre "diferentes" numa organização fechada, mas ,pelos vistos, mais aberta do que julgamos.

Anónimo disse...

Um dia estava um homem "nas couves"(dá para entender?)com outro homem, quando sem se aperceberem, lhe aparece um agente da autoridade, que os repreende e os ameaça de prisão por estarem "nas couves". Muito prontamente, o que estava com "a couve" dentro da "caixa", vira-se para o agente de autoridade e exclama! Sr Guarda e o ** é seu ?????! RESUMINDO: aquilo que elas fazem, só a elas diz respeito.

Zé Inácio-EDP