Voltamos aos genéricos!
Com regularidade receito genéricos e com regularidade receito não genéricos.
Qual o critério?
Só um: o efeito terapêutico!
Testei alguns genéricos, ou melhor o genérico de alguns medicamentos de marca, e não obtive as melhorias clínicas desejáveis.
Resultado, nem sempre receito genéricos. Só receito quando me deram provas de eficácia.
Então porquê a guerra?
Definiria assim, de forma simplista, as duas posições:
MÉDICOS: defendem o interesse clínico do doente, não querem perder o poder de decidir, são sujeitos ao marketing e a "favores" de laboratórios de medicamentos de marca e de laboratórios de genéricos!
FARMÁCIAS: porque querem "impingir" os genéricos mais baratos? Porque em grande parte dos casos são objecto de "favor", isto é, por cada caixa comprada de determinado genérico recebem duas de borla! E se impingirem essas caixas resulta 100% de lucro.
Interesse do doente? Uma ova! Interesse da farmácia!
E notem mais um aspecto: se o medicamento não resultar onde vai o doente pedir apoio ou reclamar?
À Farmácia ou ao Médico?
Pois é!
E os médicos não são melhores, nem piores do que os professores? Né?
2 comentários:
Ok..ok..
É evidente que subscrevo tudo o que aqui está escrito!!!
Os medicamentos só podem ser receitados pelos médico e ponto final.
A cara de santo do Sr.Cordeiro não engana ninguém.
gb
Se me pudesses pôr a vista em cima agora, verias a minha cara de satisfação!!! Por dois motivos.Né?...
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